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Cuidados com a exposição dos filhos pequenos nas redes sociais



A linha do que é seguro ou não publicar na internet ainda é muito tênue. Embora faça parte do nosso dia a dia, o fato é que o poder e o alcance do que se divulga nos ambientes virtuais é muito subjetivo. Por isso, a recomendação é sempre ter muita atenção no que se posta, principalmente no que diz respeito à exposição dos filhos nas redes sociais.


Uma pesquisa de 2015 realizada pela empresa de segurança AVG, com 5,4 mil pais em 11 países, mostrou que 81% das pessoas ouvidas postavam fotos de seus filhos em alguma rede social. Entre os brasileiros, o número chegava a 94%.





Pedofilia


No que diz respeito à segurança, esta talvez seja a maior preocupação dos pais – e com razão. Segundo a Delegacia de Repressão aos Crimes de Internet (DCRI), os casos de pedofilia estão entre os crimes mais praticados na internet.


Para se ter uma ideia do tamanho deste problema, a última grande operação de combate à pedofilia no Brasil, realizada em outubro deste ano, prendeu mais de cem pessoas em 24 estados.


Mesmo que os pais não enxerguem malícia em publicar uma foto do filho tomando banho ou brincando sem camisa, essas situações podem adquirir significados diferentes em outros contextos, como em sites de pornografia infantil. Já se sabe, por exemplo, que metade das imagens expostas em ambientes desta natureza vieram das redes sociais.




Cyberbullying


Outro ponto que merece a atenção dos pais é se a foto não poderá, por mais inocente que seja, se tornar um motivo de bullying ou de alguma outra forma de constrangimento e vergonha no futuro. Lembre-se: uma vez lançada no mundo virtual, é praticamente impossível livrar-se totalmente de uma imagem.


O Morphing também é um risco da exposição dos filhos pequenos nas redes sociais. Esta é uma prática na qual criminosos copiam fotos tiradas da internet e fazem montagens e edições colocando rostos de crianças em corpos nus ou em situações de práticas sexuais divulgadas em grupos de pornografia.


Apesar do esforço das autoridades encontrar os agentes destes crimes é muito difícil. A maioria dessas fotos circulam na Deep Web, a camada oculta da internet que não pode ser acessada através dos mecanismos de busca tradicionais, como o Google, o que acaba sendo um terreno fértil para esse tipo de delito.


Lembre-se, a simples prática de fazer check-ins demonstrando a rotina das crianças também pode deixa-las vulneráveis a ações como roubos e sequestros.





Avalie sempre o que será postado.



Se tiver mesmo que postar leia a política de privacidade da rede social utilizada, inclusive dos fóruns de dúvidas de pais, e fique atento para que outras pessoas, como amigos e parentes, não publiquem fotos de seus filhos sem o seu conhecimento.



Por fim, é importante dizer que o Estatuto da Criança e do Adolescente, no artigo 241-c, pune o ato de montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual com conotação sexual com pena de reclusão de até 3 anos.



#cuidados #redessociais #tecnologia

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