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Qual a sua percepção sobre os jogos eletrônicos?


Do humor a criatividade, jogos eletrônicos podem ser aliados, mas controle dos pais se faz necessário



Do humor a criatividade, jogos eletrônicos podem ser aliados, mas controle dos pais se faz necessário


Muito se debate sobre a influência que os jogos eletrônicos e as novas tecnologias têm sobre nossos filhos. Alguns dizem que é extremamente prejudicial, outros veem como um processo de aprendizado avançado.


É importante não pegarmos o extremo de nenhum dos lados, e saber pontuar o quanto faz bem e mal a inserção de eletrônicos. Uma coisa podemos comprovar: a diversão das crianças pode ser feita com ou sem aparatos tecnológicos e uma boa educação para guiá-los é até mais importante que a maneira como brincam.


Ninguém é louco, por exemplo, de dizer que jogos que tenham violência explícita sejam bons para as crianças (ou para qualquer um suscetível a se impressionar, não é verdade?). Mas, e a influência dos demais ‘games’? Bom, em quase todos a criança ira desenvolver sua imaginação e criatividade, segundo dados da Michigan State University.




Nesse ponto é importante que você coloque um jogo que seja adequado para seu filho.


Por exemplo, jogos de futebol podem ser ferramentas incríveis de aprendizado se a criança gostar do esporte.






Outro ponto bastante destacado é que a presença dos pais nesse momento de diversão eletrônica do filho pode contribuir muito mais que deixá-lo jogando sozinho ou com os colegas. Primeiro porque você, papai ou mamãe, é o exemplo que eles vão seguir.


Então, se há disponibilidade e paciência para jogar uma partida com seu filho, isso poderá fazer com que ele associe isso a algo que deve ser aprendido. Junto a ele você também ensina regras e mostra que eles precisam ter calma quando os resultados não vêm – assunto do parágrafo abaixo.




Os jogos eletrônicos podem fazer com que seu filho seja mais agressivo. E aqui não estamos falando dos games violentos, que amplamente já foram comprovados que influenciam no humor da criança.


Qualquer jogo que tenha uma experiência frustrante para seu filho pode ser um estopim de sentimentos. É importante que ele aprenda com as derrotas, mas é bom ficar atento com que mecanismos ele lida com esses problemas. Caso ele apresente sinais de agressividade, o problema pode estar no aparelho eletrônico.


Há também a inatividade física se não houver o controle de sua parte em relação ao que as crianças fazem diariamente. Estabelecer limites para os horários dos jogos é o primeiro passo para que ele saiba que não poderá passar o dia em frente da tela. Também, o excesso de tempo junto a um game pode ocasionar obesidade. Por isso, se seu filho ainda for pequeno, não deixe margens para que isso aconteça.


Não há uma fórmula que demonstre o que os jogos eletrônicos farão no seu filho. São muitas variáveis. O que você pode entender é como ele se relaciona com o jogo, quantas horas passa em frente a tela, o que está aprendendo com os games e se isso está afetando seu emocional e/ou desempenho em outras atividades, como a escola.


Mas, antes de tudo, questione-se a si mesmo: qual é o controle que tenho sobre os jogos eletrônicos do meu filho? Com a resposta para esta pergunta você estará muito próximo de saber se este tipo de diversão está o atrapalhando ou contribuindo para seu crescimento.


O controle (literalmente) está nas suas mãos.




#diversão #educação #família #jogoseletrônicos

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