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Mitos da gravidez


gravidez

Gravidez é a época mais feliz na vida de uma mulher. Tudo são flores, os dias são mais coloridos, a vida é mais agradável. Quando uma mulher fica grávida, ela instantaneamente vira mãe, como num passe de mágica. Afinal, todas as mulheres nasceram para dar à luz e criar filhos, certo? Ops, acho que não.


Para começar a desmitificar os mitos da gravidez, nosso primeiro passo é esse: entender a gravidez como um processo biológico, que envolve muitos hormônios (!) e, portanto, cheio de altos e baixos.


Claro que a gravidez não é só isso, existe a dimensão social e psicológica do fenômeno também. Mas agregar a ela uma visão macro e pensar a gravidez como momento em que o corpo da mulher se transforma é importante.


Então, antes de desmitificar as histórias da carochinha que nossas vovós nos contavam, vamos mudar a visão social da gravidez na vida da mulher. Esse período é mágico? Sim, com toda certeza. Mas nenhuma mulher nasceu pronta para ser mãe; nós aprendemos como fazer e, portanto, nós temos o direito de errar. Futura mãe, não deixe que ninguém te diga o contrário.





Mito número um: sexo na gravidez faz mal ao bebê?


Talvez, você tenha digitado isso na busca do Google e chegado nesse texto. Não sem um pouco de vergonha, certo? Pois coloque isso de lado e saiba que a única vergonha nessa vida é morrer ignorante.


Pois bem, sem mais enrolação, a resposta: não, sexo não traz nenhum prejuízo para o bebê. O motivo é fácil de entender. Lembra de quando falamos que a gravidez é um processo biológico? Então, como você sabe, mesmo sem ser médica(o), o feto é gerado dentro do útero e está muito bem protegido pela bolsa de líquidos amnióticos.


Se você está tendo uma gravidez normal, sem problemas de saúde, não há motivos para não continuar sendo mulher. Um pouco do mito ao redor do sexo na gravidez vem do fato de que as pessoas entendem que a mulher deixa de ser mulher, quando se torna mãe.


Essa é a dimensão social da gravidez. E você não precisa aceitar isso, caso não queira.


Ter um filho não serve para diminuir qualidades, mas para agregar. Mãe e mulher ou mulher e mãe: basta você escolher qual modo ativar. Converse com seu médico, com seu companheiro e com os amigos de confiança, mas nunca aceite respostas carregadas de julgamento (lembre-se: biologia).






Mito número dois: barriga redonda é…


“Menina, claro! Só pode ser uma menininha com esse barrigão redondo. Se fosse uma barriga pontuda, aí era menino, batata!”, disse aquela tia intrometida. Ainda que não haja evidências científicas que comprovem as teorias da sua titia, temos que admitir que esse mito é maravilhoso.


Definitivamente, nós não precisamos jogá-lo por terra. Deixa a tia, a vizinha, a vó falarem à vontade. Porque se tem uma coisa que não é mito, futura mamãe, (e acho mesmo que é um teste secreto ao qual todas as grávidas são submetidas) é a necessidade de ter muita paciência com os comentários dos entendidos de plantão.


Se você está passando por isso, conte até três, e se não funcionar e sair uma resposta enviesada, lembre-se: coloque a culpa nos hormônios (biologia /brincadeirinha).





Mito número três: muito jejum, zero enjoo


Cuidado! Esse é sempre o tipo de comentário que deve ligar o botão de alerta na sua cabeça. Às vezes, as pessoas querem ajudar e acabam atrapalhando.


Nesse caso, é justamente o contrário. Ficar muito tempo sem comer pode ser prejudicial à saúde da grávida.


Isso se dá por dois motivos simples:


1) estômago vazio gera concentração dos ácidos envolvidos na digestão, o que pode provocar azia.


2) muito tempo sem comer pode acabar em hipoglicemia, ou pouco açúcar no sangue, gerando tonturas e outras complicações.




Como você pode ver é importante procurar fontes seguras de informação. Um médico de confiança é essencial para uma boa gestação 😉



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