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Obesidade Infantil: quais os riscos e como evitar que aconteça com o meu filho?



A saúde das crianças é um assunto muito delicado e envolve uma série de cuidados algo longo da infância.


O mundo moderno tem corroborado com novas tecnologias medicinais e novos tratamentos para diversas doenças, porém, tem provocado mais patologias por conta do capitalismo exacerbado e o descontrole em relação ao que faz bem ou não para uma criança.


Exemplo disso é o uso extremo do celular, que tem provocado ociosidade e, consequentemente, obesidade, além da ingestão cada vez mais crescente de alimentos industrializados e fast foods, que provocam o mesmo efeito.


Em países como Estados Unidos, por exemplo, o índice de crianças obesas tem crescido a cada ano. Em 2018, crianças americanas de 2 a 5 anos apresentaram um aumento acentuado nas taxas de obesidade entre 2015 e 2016, comparado com o ciclo anterior de análise.


No Brasil, o último levantamento realizado em 2017 apontou que 1 em cada 5 brasileiros é obeso. No caso das crianças, entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso e 15% são considerados obesos.


A estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de crianças brasileiras em 2025.

Segundo estudos, a obesidade é a maior epidemia de todos os tempos, pois seu crescimento é intenso e nada consegue frear tal problemática.



No caso das crianças nos dias de hoje, as mesmas já estão nascendo inseridas em meio a uma cultura alimentar muito errada, em que os fast foods, comidas prontas e industrializadas são maioria na mesa dos cidadãos.


Em países como Estados Unidos, por exemplo, esse problema surgiu com mais força e antes mesmo do que no Brasil, já que as redes de comidas rápidas têm sua origem majoritária lá e foram trazidas posteriormente para cá.


Programas de TV norte-americanos demonstram essa realidade através de reality shows, que contam a rotina difícil do processo de emagrecimento de adultos e crianças obesas.


Como as crianças são o futuro da nossa nação, cuidar da saúde dos pequenos e prevenir a obesidade fará com que as novas gerações sejam mais saudáveis e tenham uma maior expectativa de vida.


Isso porque uma criança obesa tem 80% de chances de se tornar obesa na fase adulta, o que pode levar a outras doenças e provocar até mesmo a morte.


A condição está associada a nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes tipo 2 – problemas que atingem crianças e adultos nesses casos.





Por que a obesidade acontece?


Existem diversos fatores que levam a essa condição. O genético pode contribuir com 20 a 90% das chances de desenvolvimento da obesidade. Porém, apesar disso, o estilo de vida levado pela criança pode evitar tal doença.


Os fatores externos ainda são as causas mais comuns e estão relacionados ao consumo exagerado de alimentos ricos em açúcar e gordura e ao sedentarismo.


A má alimentação, somada com a falta de exercícios físicos mínimos para a manutenção do corpo, é crucial para o surgimento da doença. Ou seja, um consumo de calorias maior do que o gasto energético é o que denota que a rotina da criança está bastante errada.


Além disso, fatores psicológicos e comportamentais podem influenciar na ingestão incorreta de alimentos. A depressão e ansiedade, por exemplo, são doenças psicológicas que podem corroborar com o aumento do apetite como forma de “fuga” para tal problemática, ajudando na obesidade.


Vale ressaltar que não podemos culpar apenas os pais e responsáveis pela obesidade provocada por fatores externos, como a má alimentação, por exemplo.


O próprio poder público também tem o poder de interferir na alimentação da população através de políticas públicas, com informação adequada, melhoria do ambiente escolar, restrição de propaganda e redução da disponibilidade de produtos desequilibrados, por exemplo.



Principais riscos da obesidade infantil


Com o aumento considerável dessa epidemia, agora, os problemas de saúde que antes eram considerados doenças da idade adulta (diabetes, hipertensão e colesterol alto) são cada vez mais comuns em crianças.


Essa nova condição tem como causa a obesidade, que afeta não só a saúde física, mas também a saúde mental e as relações sociais infantis.


Dentre os principais riscos, com certeza a saúde física ainda é o mais preocupante. Uma criança obesa corre o risco muito mais acentuado de desenvolver asma, apneia do sono, problemas nos ossos e articulações, diabetes tipo 2, colesterol alto, problemas no fígado e doenças cardíacas.


Além disso, como já mencionado, as chances de uma criança obesa tornar-se um adulto obeso é enorme, o que denota que a longo prazo podem desenvolve uma série de patologias graves e mais típicas na fase adulta, como derrame cerebral, doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.


Além dos riscos físicos, o psicológico também é preocupante, principalmente nos dias de hoje.


Crianças obesas são mais propensas a sofrerem bullying na escola, o que provoca o isolamento, depressão, ansiedade, baixa autoestima, entre outros problemas. Estes, podem aumentar ainda mais a obesidade a longo prazo.




Como evitar?


Mudar o estilo de vida da criança é o passo mais importante para evitar uma obesidade. Se você observar que a mesma já está em processo de ganho de peso, ainda dá tempo de pará-lo.


Para isso, a família deve empenhar-se nisso, seguindo uma alimentação saudável e praticando exercícios.


No caso da alimentação, não se trata de fazer dietas radicais, mesmo porque as crianças precisam de todos os nutrientes para a sua formação.


É o caso de escolher os alimentos corretamente e não exagerar nas porções. Assim, o ideal é que:

  1. Inclua frutas e legumes;

  2. Compre menos produtos industrializados;

  3. Assar ou grelhar ao invés de fritar;

  4. Escolha os produtos lácteos, como leite, iogurte e sorvete, com baixo teor de gordura e calorias;

  5. Corte os refrigerantes em excesso;

  6. Limite as refeições fora de casa;

  7. Evite ao máximo os restaurantes fast-food e comidas prontas.



Quanto às atividades físicas, o recomendado é que elas pratiquem pelo menos 1 hora por dia, de preferência fazendo exercícios que mais gostam para que isso não se torne uma tarefa maçante.


Exercícios como natação, futebol, ballet, lutas, entre outros, podem ser opções divertidas e bastante funcionais.




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